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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Estouro de fossas preocupa Limoeiro

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Em apenas 10% do município de Limoeiro do Norte há saneamento básico. O problema foi exposto pelos temporais deste ano. Mesmo com a trégua das chuvas e o tempo de sol retornando aos poucos, 408 fossas estão desafiando a Saúde do município

No alto da Chapada do Apodi, na comunidade de Cabeça Preta, em Limoeiro do Norte, ninguém esperava que as enchentes de 2009 causassem dores de cabeça além do previsível. Mesmo depois dos temporais e o alento das chuvas esparsas, nenhum gestor municipal ou morador da serra e de mais cinco localidades imaginava que um equipamento, construído no quintal, se transformaria em um “inimigo”. Lembradas apenas em épocas de “estouro”, quando o odor invade a casa pela cozinha, 408 fossas sépticas viraram o principal “atoleiro” da Coordenadoria de Defesa Civil de Limoeiro.

Em Cabeça Preta, a costureira aposentada Maria de Lurdes Santos, 64, e mais 204 famílias (cinco ainda estão em dois abrigos) foram obrigadas a interditar os quintais das casas para poder voltar após a inundação “histórica” de um trecho da serra do Apodi. As águas baixaram, mas as fossas transbordaram com os temporais de 2009.

A costureira aposentada Maria de Lurdes Santos, 64, foi obrigada a interditar o quintal de casa após o estouro de fossa séptica (Foto: Dário Gabriel)


Na serra, conta o capitão Osmar Nogueira de Oliveira, coordenador da Defesa Civil de Limoeiro do Norte, mesmo com a volta mais frequente dos dias de sol, a evaporação não consegue “desbrejar” a terra na comunidade de Cabeça Preta. A explicação encontrada pelo executivo para justificar o fenômeno recai sobre a ocorrência de calcário no solo de lá. “Daí o impermeável e a retenção do que não presta”, observa.

Mas, descendo a serra, a constatação é de que a dor de cabeça e o mau cheiro alcançam outros lugares além da casa de dona Maria de Lurdes e de seus vizinhos. É que Limoeiro do Norte, um dos municípios mais importantes da região do Jaguaribe, com 53 mil habitantes, só possui 10% de área saneada. Situação que deixa vulnerável a saúde pública, segundo avaliação do capitão Osmar Nogueira.

A fragilidade do município na área de saneamento veio à tona com as cheias do Jaguaribe. Pior do que sair com o pires na mão para conseguir dinheiro para reconstruir seis casas destruídas pelas águas e refazer caminhos foi constatar que apenas um carro limpa-fossa faz o serviço de esgotamento do município, que tem uma área de 751 km² (2,4 vezes a extensão de Fortaleza). Às pressas, depois de muito custo, outro veículo foi contratado para o serviço.

Parte dos R$ 200 mil repassados emergencialmente pelo Governo do Estado está sendo utilizado para pagar o único limpa-fossa disponível. Pelas contas do capitão Osmar Nogueira, por fossa esgotada, é cobrado R$ 80. Sem ter onde despejar toneladas de dejetos, a solução foi improvisar uma vala gigantesca no lixão da cidade para dar um destino as resíduos. “Não sei o tamanho do buraco, sei que foram necessárias 600 horas para cavá-lo”, calculou o oficial da reserva do Exército.


E-Mais

>Ironicamente, Limoeiro do Norte recebe hoje a visita do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Na pauta, assinaturas de convênios e programas para despoluição e preservação do rio Jaguaribe, manancial poluído pela maioria dos municípios da região que tem rede satisfatória saneamento básico.

>De acordo com Mauro Costa, superintendente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), as prefeituras de Limoeiro do Norte e Quixeramobim serão beneficiadas com um projeto de saneamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Até dezembro de 2010, 86% da zona rural seria coberta.

>Antes das enchentes de 2009, os dejetos das fossas de Limoeiro do Norte, segundo Mauro Costa, já eram jogados no lixão.

>O esgotamento sanitário ainda é o serviço de saneamento menos oferecido à população, mas já existe em mais da metade (52,2%) dos municípios brasileiros. No entanto, o índice de domicílios atendidos pelo serviço de coleta de esgoto fica em 33,5%.

>O atendimento tem seu mais baixo nível de atendimento na região Norte, onde apenas 2,4% dos domicílios são atendidos. A segunda região com o pior atendimento é o Nordeste, com 14,7% dos domicílios atendidos, tendo depois as regiões Centro-Oeste (28,1%) e Sul (22,5%).

>A região Sudeste apresenta o melhor atendimento em esgotamento sanitário: 53% dos domicílios têm rede geral de esgoto.

>Dos 5.507 municípios existentes no País, 2.630 não eram atendidos por rede coletora, utilizando soluções alternativas como fossas sépticas e sumidouros, fossas secas, valas abertas e lançamentos em cursos d’água.

>Nos municípios, a desigualdade dos serviços prestados se repete: quanto maior a população do município, maior a proporção de domicílios com serviço de esgoto. Os municípios com mais de 300 mil habitantes têm quase três vezes mais domicílios ligados à rede geral de esgoto do que os domicílios em municípios com população até 20 mil habitantes.

>Quanto ao abastecimento de água, este é o serviço mais difundido, oferecido em 97,9% dos municípios brasileiros. O serviço de drenagem urbana está disponível para 78,6% dos municípios, sendo que a coleta de lixo está presente em 99,4% deles.

Fonte: Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do IBGE (2000) e Prefeitura de Limoeiro do Norte

Demitri Túlio e Plínio Bortolotti (textos) Dário Gabriel (fotos) Enviados à Região Jaguaribana

O Povo Online
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Plano de emergência para estradas

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Programa emergencial de recuperação de estradas é lançado pelo Governo do Estado para reparos na malha viária do Ceará. O investimento é de cerca de R$ 72,5 milhões. As obras de curtíssimo prazo serão feitas em até 100 dias, garante Governo

Depois das chuvas, mãos às obras. Pelo mapa traçado no Programa de Recuperação das Estradas Estaduais (Proestradas), o Ceará precisa de reparos. Por isso, o programa emergencial de recuperação, que, juntamente com outros dois já em andamento, vai cuidar dos mais de 11 mil quilômetros das rodovias estaduais. De malha pavimentada, são 6.563,88 quilômetros. Estradas de terra, 4.917,57 quilômetros. O Proestradas foi apresentado ontem pelo Governo do Estado.

No mapa, linhas vermelhas, amarelas e verdes apontam as ações de curtíssimo, curto e médio prazos. As primeiras serão concluídas em até 100 dias, garante o Governo do Estado. São as estradas de maior fluxo de veículo, de escoamento de produção e as turísticas.

A execução do Programa de Recuperação dividiu o Ceará em 10 distritos operacionais, com sede em Fortaleza, totalizando 284 trechos de obras pela frente. De Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, aos confins do Crato, estão previstas operações tapa-buraco, restauração de pavimentos e aterros, dentre outras ações.

Em andamento, o Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (Prodetur) e o Ceará III, que incluem também ações de recuperação nas estradas. Os três em conjunto serão os responsáveis por promover alguma alteração na malha viária estadual. De acordo com o governador do Estado, mais de R$ 72,5 milhões serão destinados para o plano emergencial, o Proestradas.

Dos recursos, cerca de R$ 27 milhões são dos cofres do Ministério da Integração e R$ 45,5 milhões, do Tesouro Estadual. “Sem mais conversas, é mãos à obra. Ou, mais especificamente, pé na estrada”, completou Cid Gomes.

De acordo com o superintendente do Departamento de Edificações e Rodovias (DER), Quintino Vieira, as obras começam pelas áreas turística e serrana, “porque as férias estão chegando”.

Além desses trechos, inicia-se a recuperação da CE-060, sublinha Vieira, “no eixão central, que corta o Ceará de ponta a ponta, do Mondubim a Jardim (no Cariri)”. Mas todos os restauros previstos no plano emergencial correm em paralelo, garante Quintino Vieira.

EMAIS

- O Programa de Recuperação das Estradas Estaduais, do Governo do Estado, dividiu as ações em dez distritos operacionais (a sede é em Fortaleza): Maranguape, Aracoiaba, Itapipoca, Limoeiro do Norte, Santa Quitéria, Quixeramobim, Sobral, Crateús, Iguatu e Crato.

- Além dos R$ 72,5 milhões destinados, exclusivamente, para a recuperação emergencial das rodovias estaduais, o governador Cid Gomes soma mais R$ 61 milhões (R$ 53 milhões da União e R$ 8 milhões do Estado) em ações gerais de reparos após as chuvas deste ano: R$ 50 milhões serão repassados aos municípios e R$ 11 milhões devem recuperar barragens e adutoras.

- Também neste segundo semestre, “as obras de manutenção estão sendo retomadas”, informa o secretário Adail Fontenele. Em 2009, o governo estadual tem R$ 47 milhões para os projetos de conservação das estradas - cerca de 25% a mais que os investimentos históricos.

- Além do plano emergencial de recuperação das CEs, o projeto Ceará III projeta a construção de mais 500 quilômetros de novas estradas e a restauração de mais mil quilômetros existentes, em cinco anos. Os investimentos ultrapassam R$ 570 milhões, em parceria com o BID.

Texto: O Povo Online
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terça-feira, 16 de junho de 2009

Tv União no ar em Limoeiro do Norte

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A Tv União á se encontra em fase experimental.

A Rede União de Rádio e Televisão em parceria com a Prefeitura Municipal de Limoeiro do Norte realizam nesta quinta-feira, dia 18 de junho, o 1º Grande Fórum Ceará União.

O evento será realizado á partir das 9:00 horas, no auditório do IFCE.

Segundo a coordenação do evento, será um Fórum onde serão apresentados os indicadores sociais e econômicos, através de pesquisas qualitativas e quantitativas num amplo debate com a participação das lideranças regionais.

A população também poderá acompanhar o Fórum no canal 14, da TV aberta, que já se encontra em fase experimental.

Texto: Noticias do Vale
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

Castanhão "perde" o equivalente a 21 açudes

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O Açude Castanhão registra, diariamente, redução de seu volume de água. A diminuição, porém, é variável

Limoeiro do Norte. Com as chuvas intensas já registradas no Estado, pode-se dizer que o sertão virou mar faz tempo. Porém, um mar em controlado recuo. Agora, com a diminuição das chuvas, o Castanhão está reduzindo o seu volume hídrico. A água que perdeu somente de terça para quarta-feira — cerca de 50 bilhões de litros — é equivalente a uma média de 21 açudes de pequeno porte dos 130 monitorados pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh). Mas a soma não chega a 1% de toda a água do reservatório, que guarda recurso suficiente para, pelo menos, mais cinco anos.

Desde que as chuvas deram trégua na região da bacia do Salgado, no Centro-Sul do Estado, o açude Castanhão perde volume e deixa de acumular recordes, conforme noticiado ontem pelo Diário do Nordeste. Mas a quantidade de água que tem perdido, ou liberado para a calha do Jaguaribe, de apenas sete centímetros da manhã de terça até o mesmo horário na quarta-feira, é enorme e, ao mesmo tempo, considerada insignificante diante da quantidade de água ainda armazenada e da necessidade de um “pulmão de segurança”, para o caso de fortes chuvas surpresas neste período chuvoso, que ainda está só na metade.

A quantidade de água perdida pelo Castanhão soma 50 bilhões de litros, ou 21 açudes

Se reunir os açudes Bonito, em Ipú, Jatobá, em Milhã, e outros 19 reservatórios monitorados pela Cogerh no Ceará com capacidade entre 800 mil e seis milhões de metros cúbicos de armazenamento, chega-se ao equivalente a 50 milhões de metros cúbicos de água (ou 50 bilhões de litros) liberados a cada dia pelo Castanhão desde que deixou de quebrar recordes de armazenamento, segunda-feira passada. Ele reduziu da cota 105,55 metros acima do nível do mar para 105,48 metros (ao meio dia de ontem), e a redução de 6,53 para 6,49 bilhões equivale a apenas 0,7% da capacidade de armazenamento, de 6,70 bilhões de metros cúbicos — um dia antes havia reduzido em 0,3%. O reservatório ainda acumulava 96,9% no início da tarde de ontem. Dos 130 açudes monitorados pela Cogerh, 26 têm entre 800 mil e 6 milhões de metros cúbicos de capacidade.

De acordo com Francisco Almeida Chaves, gerente da Cogerh em Limoeiro do Norte, os sete centímetros de nível reduzido em 24 horas representam muito mais água do que se fosse o mesmo desnível em períodos com menor reserva, “pois como está muito cheio, é bem maior o espelho d’água do que se estivesse somente na calha do açude”, explica. Com isso a redução do volume de água também deve variar de um dia para o outro. “Vai depender da quantidade de chuvas nas bacias que mandam água para o açude, da presença do sol cobrindo o espelho d’água e da abertura das comportas”, acrescenta. Ontem de manhã, o Castanhão continuava liberando 800 metros cúbicos de água por segundo para o rio Jaguaribe, e recebia do Salgado pouco mais de 500 metros cúbicos, o que influencia em sua redução. Almeida esclarece que, com o volume atual, o maior açude do Ceará tem água suficiente para abastecimento em cinco anos de seca, ou seja, a situação é de segurança.

Texto: Diário do Nordeste
Foto: Melquíades Júnior
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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Deputado anuncia volta das transmições da Tv Diário para todo Brasil

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O deputado Ely Aguiar (PSDC) informou na sessão plenária desta quarta-feira (20/05), que a TV Diário deverá voltar a ser transmitida para todo o Brasil, a partir de setembro deste ano.

O deputado Ely Aguiar (PSDC) informou na sessão plenária desta quarta-feira (20/05), que a TV Diário deverá voltar a ser transmitida para todo o Brasil, a partir de setembro deste ano. Segundo ele, o motivo da retirada da transmissão nas parabólicas de todo o Brasil do sinal da TV, desde o dia 25 de fevereiro de 2009, foi devido a “pressões da Rede Globo de Televisão que não admitia o crescimento notório da audiência da emissora cearense”, frisou.

O parlamentar destacou a relevância da imprensa para o desenvolvimento de uma cidade, lembrando que “a imprensa tem um papel importante de informar a sociedade acerca do que acontece”. Ely disse que a TV está preparando a sua volta, e que a organização da emissora já está instalando sucursais em vários municípios do Ceará, com o objetivo de “levar cada vez mais informações sobre o dia-a-dia do Estado aos cearenses que vivem fora daqui”, comemorou, pontuando que uma grande preocupação do Grupo Verdes Mares, responsável pela TV, é a de levar o sinal para todas as cidades do Interior.

O deputado Moésio Loiola (PSDB) salientou que a TV Diário conseguiu levar não só à população cearense, mas também aos cearenses que vivem no Sul e Sudeste do País, informações sobre o que ocorre no Estado. Moésio parabenizou o retorno da emissora. O deputado Neto Nunes (PMDB) disse que nas suas idas ao Interior recebeu várias reclamações a respeito do cancelamento da transmissão da TV Diário.

Já o deputado Vasques Landim (PSDB) também parabenizou a volta das transmissões da TV, ressaltando que muitos romeiros assistiam pela TV Diário a missa celebrada todo dia 20, em homenagem ao Padre Cícero, em Juazeiro do Norte.

Texto: Noticias do Vale
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terça-feira, 19 de maio de 2009

Nível do Castanhão diminui pela primeira vez em 2009

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Pela primeira vez desde que teve suas comportas abertas, o Castanhão diminuiu de nível. A redução foi de poucos décimos, em porcentagem, mas representa mais de 20 milhões de metros cúbicos de água

O nível do Castanhão diminuiu. Foi a primeira redução desde que o maior açude do Estado teve suas comportas abertas no fim de abril. Desde então, o nível no reservatório só aumentava. No início da noite de ontem, o Castanhão acumulava 97,5% de sua capacidade total. No domingo, o nível atingiu os 97,8%. Foram apenas três décimos de um dia para o outro, mas que fazem muita diferença quando se fala em bilhões de metros cúbicos de água.

Fazendo um cálculo simples, nota-se que esses 0,3% de água que saíram o Castanhão correspondem a 20 milhões e 10 mil metros cúbicos de água. É quase um açude de pequeno porte, como o Arrebita (em Forquilha), o Jerimum (em Irauçuba) ou o Vieirão (em Boa Viagem).
Mesmo assim, a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) evita comemorar com tanto entusiasmo a diminuição no açude. “Baixou um pouquinho (o nível). Não foi tanta água, mas 0,3% em 6,7 bilhões de metros cúbicos de água é um volume considerável”, diz Yuri Castro, assessor da presidência da Cogerh.

De acordo com ele, de domingo para ontem voltou a chover na Região do Jaguaribe, na Bacia do Salgado e na área do Baixo Jaguaribe, mas a chuva não foi tão intensa. Há cerca de cinco dias sem cair muita água na região, já baixou em 70 centímetros o nível da água no município de Itaiçaba, uma das mais atingidas pelas cheias, visto que recebe água do Castanhão e do rio Jaguaribe.

O Castanhão continua liberando 800 metros cúbicos de água. Ontem, a Cogerh pensou em fechar mais um pouco as quatro comportas que estão liberando água, mas preferiu esperar para analisar a situação hoje. “A tendência é continuar baixando o nível. Na segunda quizena de maio e no mês de junho, sempre chove menos”, lembra Yuri. No açude Banabuiú, que também joga água na Região do Jaguaribe, o nível tem diminuído. Mas bem mais rápido do que no Castanhão.

Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), a maior chuva registrada entre as 7 horas de domingo e as 7 horas de ontem foi na cidade de Missão Velha - 83,4 milímetros (mm).

Texto: O Povo Online
Foto: Fco Fontenelle
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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Castanhão mantém 97% da capacidade

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Os técnicos da Cogerh não precisaram aumentar a vazão do Castanhão neste domingo. O nível do açude se manteve estável porque tem chovido menos no Baixo Jaguaribe

As chuvas deram uma trégua nas cidades do Baixo Jaguaribe neste fim de semana e, com isso, o nível do açude Castanhão, o maior do Estado, permaneceu estável. Desde sábado, o armazenamento de água é de 97,8% de sua capacidade. O reservatório está liberando 800 metros cúbicos (m³) por segundo. “A (fenda de) abertura das comportas continua a mesma. Não precisou aumentar porque a quantidade de chuvas diminuiu”, diz o gerente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) em Limoeiro do Norte, Francisco Almeida Chaves.

Mas a situação do açude ainda preocupa. O monitoramento é constante para evitar que o reservatório atinja sua capacidade máxima. Se isso ocorrer, a tragédia nas cidades do Baixo Jaguaribe, que vêm sofrendo com as enchentes, será maior. Até o momento, o município mais atingido é Itaiçaba, que tem quase todo seu território inundado.

A Cogerh monitora 131 açudes no Estado. Desse total, 117 sangraram. Esse número pode aumentar nos próximos dias porque há pelo menos oito com capacidade acima de 90%. Segundo o boletim da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), das 7 horas do sábado até o mesmo horário de ontem, choveu em 18 cidades do Estado. A maior chuva foi de 15,6 mm, em Cariús, no Cariri. A quantidade é pequena se comparada às precipitações de mais de 100 mm que estavam sendo registradas nas últimas semanas em vários municípios.

Texto: O Povo Online
Foto: Fco Fontenelle


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sábado, 16 de maio de 2009

Atual situação do Castanhão

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Capacidade (m³): 6.700.000.000
Cota (m): 105.64
Volume (m³): 6.555.900.000
Volume (%): 97.8

Fonte: Cogerh

Última atualização: 16/05/2009
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O volume da barragem das pedrinhas

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A barragem das pedrinhas ponto turístico de Limoeiro do Norte está enchendo cada vez mais, o motivo disso é o inverno chuvoso, um dos maiores dos últimos anos, que alem disso teve o maior açude do estado batendo uma marca que não estava prevista, alcançado a cota 105.56 e com 97.4% de sua capacidade total, o alto volume dos rios e barragens chega a preocupar moradores que temem pelo pior!

(Clique na imagem para melhor vizualiza-la)

Alegria pra uns, tristeza pra outros, que tiveram suas casas invadidas pelo volume das águas, algumas escolas já estão sendo usadas como abrigo, como o Arsênio Ferreira Maia. Á água que parecia inofensiva no começo e que não chegava pelo menos na famosa “barraca” do Moacir, já vem ultrapassando a marca do ano passado, quase subindo a calçada do estabelecimento.

(Clique na imagem para melhor vizualiza-la)

Com a diminuição da vazão do castanhão veio também o alivio e a redução do volume da barragem, porém temem ao futuro, que novas comportas sejam abertas para diminuir a sua histórica capacidade.

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Castanhão chega a incrivel marca de 97,6%

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O nível do Castanhão não para de subir. Ontem, o maior açude do Estado chegou a 97,6% de armazenamento de água. As chuvas da Região do Jaguaribe provocaram o aumento. As comportas do açude tiveram de ser abertas mais um pouco e a vazão chega a 800 metros cúbicos (m³) por segundo. Têm entrado no açude cerca de 1.100m³ a cada segundo.

As águas que saem do Castanhão mais as que entram no rio Jaguaribe por outros afluentes têm prejudicado as cidades do Baixo Vale do Jaguaribe. Yuri Castro, assessor da presidência da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), sobrevoou a área e disse que cerca de 95% da cidade da Itaiçaba estão inundados.

De acordo com ele, só uma igreja na cidade escapou da água. “Ontem, Itaiçaba recebeu o maior nível de água de toda essa chuva. Foram 3.800m³ por segundo entrando na cidade”, afirmou Yuri. A preocupação agora é que o Castanhão está chegando à sua capacidade máxima - os 100% de acúmulo total de água. (Daniela Nogueira)

Texto: Diário do Nordeste
Foto: Dnocs
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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Atual situação do Castanhão

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Capacidade: 6.700.000.000
Cota: 105.56
Volume (m³): 6.522.550.000
Volume (%): 97.4

Fonte: Cogerh
Última atualização: 15/05/2009
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Castanhão diminui vazão de água

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O açude Castanhão está liberando menos água. Na tarde de ontem, as quatro comportas do açude tiveram uma redução em sua abertura e passaram a liberar 700 metros cúbicos (m³) por segundo.

A abertura de cada uma das comportas está em 1,92 metro, de acordo com Francisco Almeida Chaves, gerente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) em Limoeiro do Norte.

Com isso, o percentual de armazenamento no maior açude do Estado chega a 96,8% . Almeida diz que a quantidade de água que está sendo recebida pelo Castanhão é quase a mesma que está sendo liberada.

“Resolvemos baixar um pouco mais as comportas para ver se alivia a situação de Itaiçaba”, disse o gerente da Cogerh, referindo-se às enchentes que prejudicaram a cidade.

Já no açude Banabuiú, as seis comportas abertas também foram rebaixadas ontem. A abertura de cada uma chega a 60 centímetros. A vazão do Banabuiú está em 400 metros cúbicos por segundo, segundo informações da Cogerh.

A previsão é de que a situação se mantenha a mesma nos próximos dias, se não houver tanta chuva na região, segundo afirmou Almeida. Em todo o Estado, já são 116 açudes acima de sua capacidade máxima.

O último reservatório a sangrar foi o Farias de Sousa, localizado na cidade de Nova Russas. Com capacidade para mais de 12 milhões de metros cúbicos de água, o açude começou a sangrar ontem. A Cogerh monitora 131 açudes cearenses. (Daniela Nogueira)

Texto: O Povo Online
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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Canal integrado ao Eixão terá rompimento

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Após informações do Dnocs, Cogerh esclarece que não haverá interferência direta no Canal da Integração

Limoeiro do Norte. Um canal integrado ao reservatório que leva água ao Canal da Integração, ou “Eixão”, será rompido em Morada Nova para aliviar os transtornos causados pela inundação na cidade. “Não será mexido diretamente no Canal da Integração”, afirmou Francisco Teixeira diretor da Cogerh, em esclarecimentos à reportagem veiculada ontem no Caderno Regional. A informação havia sido repassada um dia antes pelo próprio diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes, minutos antes do sobrevôo ao açude Castanhão, na região jaguaribana. A Cogerh vê como acertada a decisão do Dnocs, se for de romper o canal de tomada da estação de bombeamento do Distrito Irrigado Tabuleiro de Russas, que recebe água do açude Castanhão.

A decisão sobre uma intervenção na construção hídrica foi pauta de reunião com o prefeito de Morada Nova, Glauber de Castro, o deputado Manoel de Castro e a direção geral do Dnocs antes que fosse feito sobrevôo, realizado ontem pela manhã, à região afetada. O primeiro a informar à reportagem foi o prefeito Glauber Castro, que disse que “o fato novo é que resolveram abrir o Canal da Integração”. Ontem, o prefeito reconheceu que o que vai sofrer interferência é um canal que leva água para o Eixão.

“O Dr. Elias Fernandes (diretor geral do Dnocs) me convidou para sobrevoarmos o local e vermos o que será feito, mas eu tinha uma entrevista marcada na TV”, esclarece Teixeira, da Cogerh, justificando não ter participado de nenhuma decisão. Elias Fernandes e o engenheiro Getúlio Maia foram ouvidos pela reportagem, que pedia esclarecimentos ao que havia sido relatado pelo prefeito. A situação de Morada Nova se agravou depois das chuvas de 139mm e 47mm em dois dias seguidos, além do arrombamento de pequenos açudes, que, irregulares e sem fiscalização, têm comprometido mais ainda a situação das cheias no Interior, conforme já alertava a reportagem do Regional.

A decisão pela destruição do canal de tomada da estação de bombeamento do Distrito Irrigado Tabuleiros de Russas é feita no sentido de aliviar Morada Nova e, também, uma alternativa à incapacidade de se tirar tanta água da cidade somente pela estação de bombeamento, que, segundo o próprio diretor da Cogerh, carece de manutenção. A cidade ficou alagada pelas chuvas recentes e o arrombamento de 21 açudes de pequeno porte. Um dique construído para proteger a cidade da inundação do rio Banabuiú produziu efeito reverso, na medida em que está impedindo a saída das águas da cidade em direção ao rio.

Decisão acertada

A destruição do canal de bombeamento do Distar, situado à beira do rio Banabuiú, fará as águas caírem no açude Curral Velho, que, por sua vez, está conectado ao Canal da Integração, ou Eixão. Conforme Francisco Teixeira, a medida não fará qualquer interferência no abastecimento do Canal da Integração.

A Secretaria de Recursos Hídricos do Ceará (SRH) também afirmou que a intervenção é feita pelo Dnocs, que dá o aval à Construtora Andrade Gutierrez, que já realiza as obras da segunda etapa do Distrito Irrigado Tabuleiros de Russas (Distar). “É bom que se diga que a decisão pelo rompimento desse canal é acertada. Ele é escavado na beira do rio Banabuiú, na periferia da cidade. É na barragem de Curral Velho que o Eixão se ligará ao Distrito Tabuleiros de Russas. A água que atingiu Morada Nova veio principalmente da chuva, menos do Banabuiú ou do açude Arrojado Lisboa. Se fosse só as águas do Castanhão passando para lá, não teria inundado”, afirma Francisco Teixeira.

Conforme o prefeito Glauber Castro, a interferência na obra desse canal terá significado importante para ajudar as famílias atingidas.

Situação crítica

Agora supera a marca de 1.300 famílias desabrigadas no município de Jaguaruana. De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil, Luis Lopes, a situação ficou mais crítica. “Tá chovendo pouco, mas a cheia do Banabuiú e as águas do Castanhão fizeram elevar as águas aqui”, conta, calculando em 40 centímetro o nível das águas de terça para quarta-feira, ainda reflexo das chuvas caídas em Morada Nova e do aumento da vazão de 800 para 1000 metros cúbicos das comportas do Castanhão.

Por outro lado, Luis Lopes reconhece que hoje a situação pode melhorar um pouco, com os dois dias seguidos de poucas chuvas e a diminuição na vazão do Castanhão. Os desabrigados estão precisando, principalmente, de colchões. O estádio municipal também passou a ser abrigo. O município recebe doações pela conta do Banco do Brasil, agência 2201-2, conta 2009-5, em nome de Vítimas Enchentes 2009.

O Governo do Estado lançou na segunda-feira a Força Solidária, que unifica as iniciativas para arrecadação de donativos para as vítimas das cheias.

FIQUE POR DENTRO

Medida serve para descongestionar trecho

O rompimento do canal de tomada da estação de bombeamento do Perímetro Irrigado Tabuleiros de Russas, cujo distrito pertence aos municípios de Russas e Limoeiro, é a medida adotada para descongestionar as águas que caíram das chuvas no início da semana em Morada Nova. O canal está situado à beira do rio Banabuiú, na periferia de Morada Nova, e já sofreu uma intervenção no ano de 2004, com bons resultados. ´Quando rompe o canal de tomada, a estação de bombeamento ajuda a tirar água da cidade, que vai por uma adutora até o Perímetro Irrigado Tabuleiro de Russas e cai na barragem Curral Velho, onde se junta com a água do Eixão´, explica o diretor da Cogerh, Francisco Teixeira, acrescentando que ´acho que o pior já passou, em relação às inundações na região´. Pela primeira vez no mês, o açude Castanhão recebia, por volta de meio dia de ontem, a mesma quantidade que liberava, mil metros cúbicos de água por segundo. O fato se deu pela diminuição do volume do rio Salgado, resultado da diminuição das chuvas na região.

Mais informações:

Cogerh
Av. Aguanambi, 1770, Fortaleza (CE), (85) 3257.8715
Secretaria de Recursos Hídricos do Estado, (85) 3101.4018/3996

MELQUÍADES JÚNIOR
Colaborador

Texto: Diário do Nordeste
Foto: Rodrigo Carvalho
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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Atual situação do Castanhão

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Capacidade: 6.700.000.000
Cota: 105.44
Volume (m³): 6.472.940.000
Volume (%): 96.6 %

Fonte: Cogerh
Última atualização: 13/05/2009
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Drama seria pior sem o Castanhão

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A Zona Norte e a região do Jaguaribe têm sido as mais atingidas pelas enchentes desta quadra chuvosa. Na região Jaguaribana, porém, se não existisse o Castanhão, a tragédia seria pior. Ele retém parte de tudo o que recebe. Está com 96,6% de sua capacidade total.

A tragédia seria maior. As inundações causadas pelas chuvas na Região do Jaguaribe são agravadas pelas águas que caem no maior açude do Estado, o Castanhão. E se não fosse ele, a situação seria pior. São 1.200 metros cúbicos (m³) de água derramados por segundo no açude. Desse total, ele retém 300 m³ e solta o resto (900 m³), que cai nas cidades mais baixas. Por isso que ele faz o controle das enchentes. Se o Castanhão não existisse, todos esses 1.200 m³ cairiam direto nas cidades do Médio e do Baixo Jaguaribe.

E a vazão no açude já diminuiu. Como choveu pouco de segunda para ontem na região, os técnicos da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) diminuíram a abertura das quatro comportas do Castanhão, que até ontem à noite estava com 96,6% de sua capacidade.

As seis comportas do Banabuiú, que estão abertas, também tiveram sua vazão diminuída ontem. De 600 m³ por segundo, caiu para 400, de acordo com Yuri Castro, assessor da presidência da Cogerh. O órgão trabalha com a previsão meteorológica que diz que as chuvas devem continuar na região, mas não tão fortes como nos últimos dias.

O Castanhão recebe água dos rios Jaguaribe e Salgado. Mais à frente, o rio Jaguaribe vai receber água do Castanhão, explica Francisco Almeida Chaves, gerente das bacias do Baixo e Médio Jaguaribe. Quem também joga água no Jaguaribe é o Banabuiú. Junto com ele, as bacias dos rios Figueiredo, Araibu e Palhano, que não passam pelo Castanhão, derramam mais água no Jaguaribe. Resultado? “O somatório de todas essas águas está na cidade de Itaiçaba, que chegou a receber 3.500 m³ por segundo”, aponta Yuri Castro.

Zona Norte
O açudes Araras, que tem capacidade de armazenamento para 891 milhões de m³ de água, é localizado na cidade de Varjota. Recebe água dos rios Acaraú, Batoque, Jatobá e Feitosa. Da margem direita, mais cinco rios jogam água no Araras. À margem esquerda, mais dois.

A água acumulada do açude Araras segue ao longo do Vale do Rio Acaraú. Nesse percurso, passa por várias cidades - de Sobral a Acaraú. “Marco, Bela Cruz e Morrinhos, por exemplo, são mais atingidas, porque estão no nível do mar”, cita Vicente Lopes Frota, gerente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), na cidade de Sobral.

As águas do açude Araras caem no rio Acaraú, mas não é só desse açude que o Acaraú recebe água. Os açudes Jaibaras e Edson Queiroz também derramam no rio. “Essa água toda deságua no Vale do Acaraú”, explica Yuri Castro, da Cogerh. O rio Acaraú, extenso como é, passa por várias cidades. São 167 quilômetros de rio, que nasce na Serra das Matas, na cidade de Monsenhor Tabosa, e segue até a cidade de Acaraú.

No Ceará, já são 23 municípios em situação de emergência e 78 atingidos no total, diz a Defesa Civil do Estado.


SAIBA MAIS SOBRE A QUADRA CHUVOSA NO ESTADO

AÇUDES
> Castanhão

> Município: Alto Santo

> Capacidade: 6,7 bilhões de metros cúbicos (m³)

> Volume atual: 6,4 bilhões de m³

> Volume: 96,6%

> É o maior do Estado em armazenamento de água

> Araras

> Município: Varjota

> Capacidade: 891 milhões de metros cúbicos (m³)

> Volume atual: 891 milhões de metros cúbicos (m³)

> Volume: 100% (sangrando)
> Dos 131 açudes monitorados pela Cogerh, 115 estão sangrando.

NÚMEROS DOS ESTRAGOS
> 78 municípios atingidos pelas chuvas

> 23 em situação de emergência

> 22.053 desabrigados

> 32.860 desalojados

> 7.468 residências danificadas

> 879 residências destruídas

> 12 mortos

> 145 feridos (144 leves e 1 grave)

> R$ 4,2 milhões é o dinheiro repassado pelo Governo do Estado para ações emergenciais em 19 municípios atingidos

PREVISÃO
> A previsão para hoje (13/05) é de céu nublado ou parcialmente nublado, com chuva na faixa litorânea e na região do Cariri. Para as demais regiões do Estado, pode haver chuva isolada, prevê a Funceme.

>As maiores chuvas registradas ontem pela Funceme foram nos municípios de Canindé e Bela Cruz - 87 milímetros (mm).

FONTES: Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Defesa Civil do Estado e Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme)

Texto: O Povo Online
Foto: Cogerh
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