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terça-feira, 9 de junho de 2009

Prefeitos querem mais verba para saúde

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Prefeituras apresentarão proposta para que o Governo do Estado contribua financeiramente no atendimento de saúde básica

O governador Cid Gomes fez ontem a entrega de equipamentos para 30 hospitais-pólo das regiões cearenses e para 12 hospitais de pequeno porte do Interior. A medida tem o objetivo de reforçar o atendimento de média complexidade, vinculado aos procedimentos e exames especializados. Mas os prefeitos querem mais: auxílio financeiro na atenção básica à saúde, primeiro nível de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e de responsabilidade orçamentária dos municípios, que inclui o Programa Saúde da Família (PSF).

De acordo com o tesoureiro da Associação dos Prefeitos e Municípios do Ceará (Aprece), João Dilmar (PRB), também prefeito de Limoeiro do Norte, a intenção da entidade é entregar o quanto antes uma proposta ao governador Cid Gomes. Durante o discurso na solenidade de entrega dos equipamentos, na Escola de Saúde Pública do Ceará, em Fortaleza, o governador afirmou querer apoiar os municípios na área da atenção básica e estar à espera do projeto da Aprece.

Por não haver acordo oficializado, Dilmar preferiu não antecipar os valores que serão propostos pelos prefeitos. Adiantou, no entanto, que a expectativa é de que o Estado contribua com o custeio de equipes do PSF e com a estrutura dos hospitais municipais. “O financiamento do Governo Federal para o PSF é pequeno e o do Município é muito alto”, afirma o prefeito. Segundo ele, a União entra com um terço do custeio das equipes do programa, enquanto os municípios precisam aplicar o restante.

Para Reginaldo Costa, superintendente do Hospital São Francisco, hospital-pólo de Canindé, a chegada dos novos equipamentos pode ajudar a atrair mais médicos para a região. “Existe uma dificuldade pela falta de estrutura básica, e, levando mais estrutura, talvez seja mais fácil”.

O São Francisco é uma instituição filantrópica e recebeu do Estado uma máquina processadora de raio-X. Com os novos equipamentos, também há expectativa pela construção de 21 policlínicas, uma para cada microrregião reconhecida pela política estadual de saúde. A previsão de conclusão é de 2010.

O secretário da Saúde do Estado, João Ananias, acredita que os novos equipamentos, adquiridos para os municípios de acordo com mapeamento feito pelo Governo, vão melhorar o diagnóstico através de imagens e também diminuirão o fluxo de pacientes para os hospitais de emergência de Fortaleza, o Instituto Dr. José Frota (IJF) e o Hospital Geral de Fortaleza (HGF).

Texto: O Povo Online
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domingo, 7 de junho de 2009

Hospitais do Vale do Jaguaribe receberão equipamentos

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Trinta hospitais-polo que atendem a população do Interior do Estado passam a ter mais capacidade para realização de diagnóstico e de cirurgias de média e alta complexidade.

Trinta hospitais-polo que atendem a população do Interior do Estado passam a ter mais capacidade para realização de diagnóstico e de cirurgias de média e alta complexidade. Na segunda-feira, dia 8 de junho, às 9 horas, o Governador Cid Gomes e o Secretário da Saúde, João Ananias, farão, na Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE), na Av. Antônio Justa, 3161, Meireles, a entrega de equipamentos hospitalares aos prefeitos dos municípios onde estão localizados 30 hospitais-polo. Hospitais de Pequeno Porte (HPP) também terão a estrutura reforçada, na área de assistência ao parto. Doze hospitais receberão kits, com camas para o parto, berços acrílicos, cardiotocógrafos, escadinhas com dois degraus e poltronas para acompanhantes.

O Hospital Regional Dr. Deoclécio Lima Verde, de Limoeiro do Norte, receberá 01 processadora de Raio-X, 02 Carros de anestesia, 04 Oxímetros de pulso,02 monitores multiparâmetro, 02 camas de recuperação e 02 mesas cirúrgicas.

Já o Hospital São Raimundo de Limoeiro, Hospital e Casa de Saúde de Russas, Hospital Municipal Eduardo Dias de Aracati e Hospital Santa Luiza de Marilack de Aracati receberão 01 Ultrassom cada um.

Para os 31 hospitais-polo, serão distribuídos, no total, 108 equipamentos. São aparelhos de ultrassom, aparelho de raio- X portátil, processadoras de raio X, oxímetro de pulso, mesas de cirurgia, camas de recuperação, monitores multiparâmetros e 12 carros de anestesia. Atualmente, nos centros cirúrgicos dos 30 hospitais-polo não há carros de anestesia com a tecnologia e capacidade dos novos que estão sendo entregues pelo Governo do Estado.

Os recursos para a aquisição dos equipamentos dos hospitais-polo, no valor de 3 milhões 620 mil reais, são do Governo do Estado e do Ministério da Saúde. A maior parte do investimento foi do Tesouro do Estado: 2 milhões 102 mil reais. O restante, 1 milhão 518 mil reais, veio do Ministério da Saúde. Já na aquisição dos kits para os Hospitais de Pequeno Porte o Tesouro do Estado foi fonte única. O total investido chegou a 585 mil 728 reais.

Os resultados esperados desse investimento, afirma o Secretário João Ananias, estão na humanização do parto, que promove redução da mortalidade materna e também diminui a mortalidade infantil. Ele lembra que “as mães têm direito a acompanhante, mas que na maioria das vezes ficam em camas e cadeiras improvisadas sem as mínimas condições de acolhimento, de humanização do parto”. Agora, com a distribuição dos novos equipamentos, em 12 Hospitais de Pequeno Porte as poltronas são dobráveis e confortáveis.

Hospitais-pólo e Hospitais de Pequeno Porte são unidades filantrópicas e públicas municipais que recebem todos os meses investimentos do Governo do Estado, numa estratégia de reforçar a assistência à saúde da população na média complexidade e na atenção secundária. Só para os hospitais-polo (31 no Interior e mais três localizados em Fortaleza), a Secretaria da Saúde do Estado repassa, por mês, 3 milhões 590 mil reais, recursos 100% do Tesouro do Estado.

Texto: Noticias do Vale
por: Mário Oliveira

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sábado, 30 de maio de 2009

Campanha Limoeiro Saudável se encerra neste sábado

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Neste sábado, dia 30 de maio, a partir das 08h30min, acontece o encerramento da Campanha Limoeiro Saudável em referência ao dia 31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco, na Praça da Coluna Hora.

Neste sábado, dia 30 de maio, a partir das 08h30min, acontece o encerramento da Campanha Limoeiro Saudável em referência ao dia 31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco, na Praça da Coluna Hora.

Será montado um estande com distribuição de material informativo e apresentação das novas advertências sanitárias das embalagens de produtos que contém tabaco. Teremos também a apresentação do forró Pé - de - serra “Meninos de Ouro” da Secretaria Municipal de Educação de Limoeiro do norte – SEMEB.

Lembramos que a Prefeitura de Limoeiro do Norte dispõe do Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e outras Drogas – (CAPS-AD), para atender as pessoas que desejam deixar o vício. Endereço do CAPS AD: Avenida Dom Aureliano Matos, 1127.

Texto: Noticias do Vale
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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Desafio agora é enfrentar as doenças

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Um mundo de água e quase nenhuma para beber. As enchentes invadiram a estação de tratamento da Cagece em Itaiçaba, contaminaram a água dos rios e estouraram fossas em toda a cidade

"É um paradoxo. Por causa da enchente, não tem água. O abastecimento está cortado e a água dos rios está contaminada", explica o médico William Muriel Torres, de Itaiçaba. A peleja dos refugiados nesse inverno é encontrar água boa para beber, tomar banho e preparar a refeição. "Depois que meu menino passou três dias vomitando, fomos até o hospital. O médico deu soro e pediu que eu comprasse água mineral para ele beber", conta Neide Lima.

Com o dinheiro da pensão da mãe, ela agora se permite o luxo de comprar água engarrafada para o filho. A que chega no abrigo de carro pipa é turva. “Também está cheio de gente tomando banho no rio, não pode!”, diz o médico William.

A água suja, se ingerida, causa diarreia e febre, já em contato com a pele faz multiplicar o número de pessoas com micoses na população de Itaiçaba. “Tem muita, especialmente frieira. O povo vive com os pés na água suja”, conta a agente de saúde Maria Helena Silva Alves, 47.

Ontem, ela e mais seis agentes distribuíam hipoclorito para limpar a água de beber. Duas gotas em um litro são suficientes. Em tempo de inverno, nos abrigos e na zona rural, a água da chuva escorre pela bica do telhado e é aparada em tambores para matar a sede da família.

“O problema é que a telha e o tambor às vezes estão sujos. Estamos encontrando muita gente com diarreia e febre”, diz Maria Helena. Na Cidade Nova, parte alta de Itaiçaba, dona Inês Gomes, 48, recebe o hipoclorito pela primeira vez nesse ano.

Perto de sua casa, a sobrinha bebê se recupera de uma crise de garganta acompanhada de diarreia. A irmã mandou comprar remédios por conta própria. Outro erro em época de chuvas. Muitas doenças mais graves começam com sintomas comuns. Até a leptospirose, que pode matar, surge como uma simples gripe.

“As crianças estão em casa esperando o corpo sarar sozinho, não pode. É preciso estar alerta”, recomenda William. Nos abrigos, nas casas e barracas improvisadas na beira da estrada, sempre tem uma criança doente. Sempre.

Cleidiane da Silva, 17, padeceu junto com a filha de quatro anos. As duas tiveram febre, dor de garganta e gripe forte. Só depois de três dias, a mãe decidiu ir ao médico. “Sair daqui doente, pegando carona, desanima”, explica.

Em Itaiçaba, o hospital está funcionando no distrito de Alto Brito, para onde se transferiu também a Prefeitura. “As três equipes do Programa Saúde da Família (PSF) foram deslocadas para os locais de maior concentração. Ficam aqui (no Alto Brito), no Tabuleiro e no Serrote”, diz William.

As famílias isoladas na zona rural são as que mais preocupam. “Alguns médicos temem atravessar 16 quilômetros no Jaguaribe para chegar até as famílias ilhadas”, conta o coordenador da Defesa Civil do município Marcos Vinicios Vieira.

Enquanto as águas não baixam, os problemas de saúde mais comuns são as infecções respiratórias, gripes fortes, dores de garganta com febre alta, as infecções intestinais causadas pelas águas contaminadas e as micoses. Quando a água baixar, outras doenças devem surgir. Doenças ainda mais graves. “A que mais me assusta é a dengue. A água traz lixo, garrafas, baldes, tudo é depósito para a larva do mosquito nascer. Sem contar as águas empoçadas que demoram mais a secar”, preocupa-se a agente de saúde Gildenise Mendes de Deus.

Paulo Mesquita, nefrologista do Hospital da Divina Providência, no município de Russas, também teme um surto de dengue e o aumento dos casos de leptospirose, doença provocada pela urina do rato. “Há duas semanas chegou um rapaz aqui com leptospirose. Ele chegou a ser transferido para Fortaleza, mas faleceu”, conta Paulo. O jovem trabalhava numa plantação de arroz, área permanentemente alagada. “Ele demorou muito a procurar o hospital, o que não é raro em casos de leptospirose”, diz o médico.


EMAIS

- O Hospital da Divina Providência de Russas possui 70 leitos e já trabalha no limite, mesmo antes de sentir os reflexos da enchente na área da saúde, como informa o diretor da unidade, Antônio Rodrigues de Souza. Ontem, 100% dos leitos estavam ocupados.

- Duas características ajudam a diferenciar a leptospirose de uma gripe forte: dores musculares e icterícia (pele e olhos amarelados). "O problema é que na fase da icterícia, o fígado já foi comprometido", diz Paulo Mesquita, nefrologista.

- Depois da cheia de terça-feira, a água começou a baixar na cidade de Russas. A quadra esportiva ao lado do rio Banabuiú estava coberta até quarta-feira à tarde. Ontem de manhã, estava seca.

- Em Limoeiro do Norte, o nível do Jaguaribe diminuía aos poucos no fim da tarde de terça-feira.

- Em Itaiçaba, essa mesma água ainda está chegando. Ontem de manhã, a nova cheia ultrapassara a primeira em dois centímetros, de acordo com o coordenador da Defesa Civil, Marcos Vinicios Vieira. Marcos previa que hoje a água voltasse a baixar. 1.850 famílias estão fora de casa no município.

Texto: O Povo Online
Foto: Fco Fontenelle
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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Remédios abandonados em açude

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Limoeiro do Norte. Moradores denunciam que vários remédios com a validade vencida estão jogados na beira do Açude Paulo do Monte, que está sangrando na comunidade de Maria Dias. Com as chuvas, os remédios são arrastada para dentro do Rio Jaguaribe, contaminando a água.

Segundo os relatos de quem vive próximo dali, são centenas de frascos e cartelas de comprimidos, que foram deixados no local. Populares estariam recolhendo exemplares para casa, mesmo estando vencidos.

A Vigilância Sanitária de Limoeiro do Norte informou que os medicamentos serão recolhidos hoje e que será feita a verificação da procedência, antecipando que os medicamentos não são da Secretaria Municipal de Saúde.

O servidor público Nevildo Bessa, do bairro Antônio Holanda, recolheu cartelas e frascos. Ele registrou Boletim de Ocorrência na Polícia Civil e encaminhou as provas coletadas no local para a Vigilância Sanitária do Município, vinculada à Secretaria de Saúde. “Entendemos que houve aqui crime ao meio ambiente e à saúde pública. Os medicamentos são levados pelas águas das chuvas para a sangria do açude e, posteriormente, para o Rio Jaguaribe, colocando em risco a saúde dos peixes e da população”, critica.

Foram encontrados frascos dos remédios Valerimed, Sinvastacor-Ginkgobilaba, Gilnkmed, Neo Hidroclor-hidroclorotiazida, Somalgin, Maleato de Timolol, Beclosol-Dipropionato de Beclometasona, Miflasona, dentre outros. Os rótulos traziam validade até dezembro do ano passado.

Por meio de sua assessoria, a Vigilância Sanitária afirmou que, hoje, o material será recolhido e, em seguida, incinerado. A suspeita é que o material tenha procedido de alguma farmácia local ou de municípios vizinhos. A recomendação é que as farmácias entreguem ao órgão todo medicamento fora do prazo, pois são incinerados gratuitamente pelo órgão. A denúncia foi feita na sexta-feira passada e, segundo a Vigilância Sanitária, a retirada do material ainda não foi feita devido às fortes chuvas, que comprometeram o acesso ao local.

Texto: Diário do Nordeste
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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Ministério da Saúde confirma quatro casos de gripe suína no Brasil

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Ministro José Gomes Temporão diz que casos estão em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou no início da noite desta quinta-feira que há quatro casos da nova gripe (AH1N1) no Brasil — são dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Minas Gerais. São os primeiros registros confirmados da doença no país. Temporão informou que em todos os casos o vírus foi contraído no Exterior (México e EUA).

— Não há evidências, por enquanto, de que o vírus tenha atingido outras pessoas. Ou seja, o vírus não circula no Brasil — disse Temporão.

— Os pacientes são adultos jovens. Todos passam bem. Não há crianças nem idosos entre os casos confirmados — completou.

O primeiro dos casos confirmados a manifestar sintomas foi um paciente de SP que esteve no México de 17 a 22 de abril. Ele começou a manifestar os sintomas no dia 24 de abril e ficou internado entre 29 de abril e 4 de maio.

O segundo caso foi um paciente de MG, que esteve no México de 22 a 27 de abril. Ele começou a manifestar sintomas em 26 de abril, ainda no México, e foi internado no mesmo dia em que chegou ao Brasil. Recebeu alta no dia 29 de abril, pois só tinha febre relatada, sem aferição pelo termômetro. Permaneceu em isolamento familiar até 6 de maio. Esses dois pacientes não correm risco de infectar outras pessoas, como o maior período de transmissibilidade do vírus é de dez dias.

O terceiro foi outro paciente em SP que estava na Flórida, nos Estados Unidos, e chegou ao Brasil no dia 28 de abril. Começou a manifestar sintomas no dia 29, mas não foi internado, porque de acordo com a OMS, nesta data a Flórida não era considerada área afetada pela doença, o que só ocorreu em 2 de maio. Ele foi mantido em isolamento domiciliar e nenhum dos familiares apresentou doença ou sintomas.

Completa o contagem um paciente de RJ, que esteve no México e retornou no dia 3 de maio ao Brasil. Começou a manifestar os sintomas em 2 de maio, ainda no México, está internado desde 5 de maio.

O ministro afirmou ainda que a situação está sob controle, pelo fato de nenhum caso ter sido até então contraído em território brasileiro:

— Desde o alerta da OMS, feito no dia 25 de abril, o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, vem mantendo total transparência sobre o assunto.

— Fiquem tranquilos: a situação está sob controle — afirmou Temporão, ao concluir a coletiva.
Casos suspeitos

Segundo o Ministério da Saúde, até as 9h30min desta quinta-feira havia 24 casos suspeitos sendo acompanhados no país. Mais cedo, o ministério havia anunciado 21 casos, mas as informações foram corrigidas no final da tarde. Os demais números (em monitoramento e descartados) não sofreram alteração.

Em oito Estados há casos sendo monitorados. O ministério já descartou 110 notificações como possíveis casos de influenza A.

Todos os dados foram fornecidos ao ministério pelas secretarias estaduais de saúde até as 9h30min desta quinta. Até esta quarta-feira havia 15 casos em monitoramento, 26 suspeitos e 99 descartados.

As informações são do site G1, Jornal Nacional e Rádio Gaúcha.
Foto: Elza Fiúza
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